segunda-feira, 30 de julho de 2007

A morte sem morrer

Desculpem-me os que não gostam do assunto, mas volto a falar da morte. Não da morte de fato, mas de um tipo diferente.

Como assim? Deixe-me explicar melhor...

Você já "enterrou" alguém vivo? Não falo no sentido como ocorre no filme “Fica comigo está noite”, onde o morto acorda no meio do velório. Falo de enterrar, no sentido de esquecer, apagar alguém de sua vida.

Tenho que confessar que eu já. Mas não me considere um monstro, apesar de ter feito isso em um total ato de egoísmo, pensando apenas no meu melhor.

Uma vez, concordei com a frase: “eu conseguiria suportar se morressem todos os meus amores, mas enlouqueceria se tivessem morrido todos os meus amigos.” Hoje, já não concordo mais.

De fato, os meus amores não me fariam tanta falta, pois o que tiveram que me ensinar, já ensinaram, por mais estúpidos que tenham sido, tirei uma lição de todos eles.


Outra vez ouvi uma frase que dizia que seria mais fácil conviver com a morte do que com uma traição. Concordo e completo que seria mais fácil conviver com a morte do que com o abandono, o esquecimento.

Algumas pessoas eram importantes para mim, pensava que ficar longe delas seria o “fim do mundo”, o que de fato foi, quando tive que me ausentar, porém, percebi que era apenas o fim do MEU mundo.

A vida de todos continuou como se eu nunca tivesse feito parte dela. A princípio me senti triste. Mas o destino me colocou de volta perto de todos eles.

Mas já não era a mesma coisa, pois a vida seguiu em frente e eu já não fazia mais parte dela. Senti-me uma “estranha no ninho”, um “peixinho fora d´água”. E já não havia mais nada a se fazer.

Me senti sozinha, deslocada, triste e cheguei a me isolar.

Até que um dia, eu casei. Decide de o meu “casulo” tinha que acabar, afinal, eles não mereciam tanto de mim. Eles se quer lembravam da minha existência, e porque eu estava dedicando tanto de mim a eles???

Sabe quando você está andando na rua e encontra aquela amiga da sua irmã, que um dia, há muito tempo atrás, foi estudar na sua casa? Então você a olha e diz: oi, tudo bem? E cada uma segue o seu caminho. Como se nada tivesse acontecido.

Eu cansei de ouvir falar que todos deram uma festa e nem lembraram de me chamar. Cansei de ter que ouvir: “ô tio, ela passou no vestibular” e ele sequer olhar para mim. Cansei! Simplesmente eu cansei de ser ignorada.

E foi aí, que eu percebi que seria mais fácil conviver com a morte de todos esses meus amigos, ou familiares do que com o fato de terem esquecido de mim.

E em um ato, talvez chocante, decide “enterrar” todos eles. Chorei pela “morte” de cada um. Coloquei uma flor em seus túmulos e decide que já era hora de seguir em frente.

Hoje, quando por acaso, nos vemos, nos tratamos como meros desconhecidos. Cumprimentamos-nos por pura educação e nada mais.

Mas não me julgue, acredite que foi duro viver sem eles. Mas é mais fácil pensar na morte, pois nos deixa na lembrança apenas os bons momentos.

Enquanto que se tivessem “vivos”, ainda estariam me causando dor.

Também não tenha pena de mim, já me reergui. Já fiz novos amigos, talvez novos amores.

Estou muito bem e com inúmeras boas lembranças que irão, junto comigo, para o túmulo.

-Até breve
Kari Mendonça

sábado, 28 de julho de 2007

Você não precisa me entender...

"Você não precisa me entender. Ora, ninguém precisa. E não falo “entender” no sentido de entender o que eu quero e o que eu sou. Falo sobre entender essa profundidade que certas coisas tem pra mim.

Já não bastasse eu tentar organizar tantas confusões na minha cabeça, me peguei numa preocupação sobre o que isso passaria pros outros. E isso é um absurdo. Pode ser drama, preocupações demais, tempestade em copo d´água, mas quer saber? Sou eu. E seja lá o que qualquer pessoa pense a respeito, se eu cheguei até aqui desse jeito, então pra mim vale a pena continuar.

Passei o último sábado em casa, fechada num quarto escuro o dia inteiro. Não se preocupem, o casulo serve sim, para alguma coisa. Para mim, serviu para abrir os olhos, sempre foi assim. Nunca quis que ninguém tivesse pena dos meus dias tristes. Dias tristes todo mundo tem. Insônia, algumas pessoas têm. Dor de cabeça, milhares tem. E coração, quantos tem?

E não adianta eu vir aqui outra vez falar que pessoas machucam ou não se importam, como eu já fiz. Existe gente desregulada sim, mas ainda acredito que não exista a real intenção de machucar. Cada um tem seus problemas, seus objetivos. Se os meus não batem com os seus, paciência, alguma coisa quis que fosse assim. O importante é lembrar que a palavra “respeito” não precisa de tais requisitos.

Se me sinto sozinha? Várias vezes... “Porque quer” (???) Deixa de ser insensível e pára pra entender o sistema. A doença precisa do remédio específico, isso é óbvio. E pra melhorar o diagnóstico a burra aqui foi inventar de sempre colocar o coração em primeiro lugar, mas precisa parar com essa mentalidade idiota. E precisa também encontrar o controle dos seus sentimentos...

Pra mim meu coração é um abismo, difícil até pra mim de entender. E nesse abismo mora uma criatura doida (é doida) que adora se alimentar de ilusões, especulações, carinho. O que acontece é que a criatura surtou! Em vez de seguir regras do “solteirismo”, entra em conflito com si mesma. E o que eu faço é mandar ela calar a boca e tentar me distrair.

“Querer tudo e nada ao mesmo tempo”, já ouviram falar? É querer se atirar de um precipício e continuar lá em cima. É ter assas, e ao mesmo tempo, medo de voar. E o que eu procuro para entrar nos eixos é alguém que pule no precipício comigo, sem medos. Alguém que tenha paciência para ver o que quase ninguém percebe.

Amor demais, sempre teve. Paciência, tem em dobro (sempre”). E o coração? Ta maluco sim, mas agora é ele quem manda, não respondo mais pelos meus atos!

E não quero comentário do tipo “tomara que você fique bem logo...”. Ué! Eu to bem, to me segurando no que me faz bem, to alimentando a criaturinha com outros tipos de amor. E não, não vou virar noviça, como deveria fazer de uma vez.

Me disseram que ninguém gosta de ficar em baixo de postes apagados, que ninguém gosta de céu com estrelas apagadas. Ora, as minhas estão muito iluminadas, é só saber (e querer) ver.

E estão só esperando alguém que consiga dar o devido valor e que também brilhe com elas."

-Desconheço a autoria do texto, pois o encontrei a alguns anos em um fotolog.
Ontem eu estava lendo o meu caderinho e o encontrei, sempre me identifiquei com ele.
Hoje percebi que ele expressa exatamente como estou.

-Beijos
Kari Mendonça

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Você é quem é...

"Você é quem é por uma razão.
Você faz parte de um plano complexo.
Você é uma criação original, precisa e perfeita,
denominada como notável homem ou
mulher de Deus.

Você tem essa aparência por uma razão.
Nosso Deus não cometeu nenhum erro.
Ele o teceu no útero.
Você é exatamente o que Ele quis fazer.
Os pais que você tem foram escolhidos por Ele,
E, a despeito dos seus sentimentos,
eles foram feitos sob medida pra os
planos que Deus tem em mente,
e estão aprovados pelo Senhor.

Não, aquele trauma que você enfrentou não foi fácil.
E Deus chorou por aquilo ter machucado tanto;
mas foi permitido para moldar seu coração, para que você crescesse à Sua imagem.

Você é quem é por uma razão.
Você vem sendo moldado pela vara do Senhor.
Você é quem é, amado,
porque há um Deus!"

Rusell Kelfer



Li esse poema há algum tempo e ontem o achei por acaso.
Gosto muito dele e senti uma vontade enorme de posta-lo, então postei!
Não tenho mais nada pra comentar, pois acho que o poema fala por si só.

-Um beijo
Kari Mendonça

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Egoísmo, comunismo...

Acabei de chegar da reunião do condomínio. Ainda estou com dor de cabeça de tanta confusão.

Na reunião puder perceber (mais uma vez) o quanto o ser humano é egoísta.

Cada morador só pensava em si, no melhor para si e no seu próprio conforto.

Que se dane os outros, desde que você saia lucrando.

Lembrei-me de alguns políticos, e percebi que além de ladrões, são egoístas.

Afinal, ao roubar dinheiro de um hospital, por exemplo, eles não pensam em quantas pessoas poderão morrer devido à falta daquela verba.

Se pensassem em quantos jovens acabam por se tornar marginais, devido a falta de ensino em suas escolas públicas, talvez a verba tomasse o seu verdadeiro rumo.

Mas não, o ser humano só consegue olhar o seu próprio umbigo.

É muito melhor possuir uma casa na Europa, filhos estudando na América do Norte, contas com inúmeros dígitos, do se preocupar com a população, aqueles que os colocaram no poder.

E sabe porque nada muda?

Porque nós, continuamos em casa, assistindo tv, nos revoltando, escrevendo em blogs e não fazendo mais nada.

Falo por mim, não faço nada pelos meus direitos, talvez porque a minha primeira vez na urna ainda não chegou.

Talvez, depois de escolher os meus próprios candidatos, depois de passar pela experiência de votar, eu me torne mais crítica.

Talvez eu ache que ainda não tenho o direito de reclamar.

Talvez também, eu esteja errada. Eu deveria me juntar aos jovens comunistas e lutar por uma igualdade para todos.

Já falei várias vezes sobre a minha admiração por Che Guevara, mas não concordo com muito do comunismo ou socialismo.

Mas também não acho nada democrática essa democracia em que vivemos, afinal, não temos nem o direito nem de escolher se votaremos ou não.

Acho que a desgraça da humanidade foi o capitalismo, que só aumentou o individualismo e o egoísmo.

Todos querem ser o melhor. Se ela tem um tênis PUMA e uma camisa Richards, ela se acha melhor do que eu.
E acha que tem o direito de passar por cima de mim, como se eu nem estivesse ali.

O que leva um jovem, educado(acredito), estudado e inteligente a espancar uma empregada doméstica?

O simples fato, de ele se achar melhor que ela. Pois o seu poder aquisitivo é maior.

Pois ele estava no carro, enquanto ela espera um ônibus.

Isso é ridículo.

Não me importa o seu salário, o tamanho da sua casa, o seu transporte, a sua opção sexual ou a sua profissão.

Você é um ser humano tanto quanto eu e por isso, temos os mesmos direitos.

Mas por que parece que é tão difícil viver dessa maneira?

Qual a dificuldade de respeitar alguém?

De lutar por algo, mesmo que não lucres com isso, mas ajudes milhares de pessoas?

Eu realmente cansei de entender o ser humano.

Como sempre, não falei de nada específico demais, me prolonguei por vários campos.

Também não sei se conclui alguma coisa, mas como sempre, eu precisava “botar pra fora”.

-Abraços
Kari Mendonça

domingo, 22 de julho de 2007

Muitas coisas...

A morte é algo que me perturba, não é a toa que já foi tema de inúmeros posts por aqui.

A minha relação com a morte não era tão perturbadora há uns três anos atrás, até que ela apareceu de repente e causou um grande choque e uma triste perda.

Recentemente, ela não apareceu de repente, veio lentamente e foi bastante dolorosa.

Não pense que tenho medo de morrer, de forma alguma.

Sei que morrer pra mim é lucro. Tenho um lugar reservado lá com Papai do Céu e isso me tranqüiliza.

Mas a morte não só chega para aqueles que são próximos a mim, nem só aqueles a quem amo.

Sou o tipo de pessoa que não gosto de sentar e assistir jornais, principalmente quando as notícias são trágicas, pois tais notícias sempre me causam um impacto muito grande.

Sempre termino chorando na frente da tv quando escuto sobre a morte de alguém, mesmo que alguém fosse “ninguém” para mim, o fato de morrer mexe comigo.

Talvez nem tanto pelos que foram, mas pelo que ficaram, sabe?

É duro ter que encarar a vida, após uma perda.

Ela parece tão injusta!

Pois quando você está de luto, não importa quando o seu luto durar, outras pessoas ao seu redor continuarão seguindo suas vidas como se nada tivesse acontecido.

E ás vezes, irão te mandar seguir em frente, mas não se apresse. Espere estar preparado.

Cada um reage a sua maneira e o tempo de luto é variável.

Quando soube da trágica notícia do avião, senti-me muito triste por todas aquelas vítimas e ainda mais por todos aqueles familiares, amigos, companheiros.

Em breve, todos agirão como se nunca tivesse ocorrido. Mas só os parentes dessas vítimas lembrarão eternamente de tudo o que aconteceu.

E quem foi o culpado? Ou quem foram? Talvez nunca se saiba, talvez seja apenas mais um “acidente” sem culpados, mais um crime sem solução.

Talvez até o caso seja arquivado. E isso será justo?

Não sou a favor da vingança. Penso que a maior vingança é a justiça feita.

Mas o problema é a justiça já não é mais justa. E agora?

Ah. Falando em justiça, acabo de lembrar. Sabe Suzane? Aquela que planejou a morte dos pais?

Pois é, estão quase conseguindo que o julgamento seja anulado e ela aguarde o próximo em liberdade.

Onde já se viu, né? Só por aqui mesmo...

Enfim... comecei falando sobre a morte, falei do acidente, da (in)justiça existe no Brasil, mas acho que não cheguei a nenhuma conclusão, não é?

Talvez não haja o que concluir.

A morte continuará existindo.

As vítimas do acidente já na podem ser salvas e suas famílias terão que viver com isso.

A solução do caso, talvez culpem o piloto já que não pode mais se defender.

E quanto a justiça, talvez um dia volte a ter algum significado.

Kari Mendonça

PS.: Queria agradecer a Kaya por me presentear com o prêmio BLOG COM TOMATES.

(por favor, leia a respeito antes de indicar os seus cinco indicados)

Aqui vão os meus cinco indicados:
- Palavras de um mundo incerto
- Clube da insônia
- Que momento! (sei que já foi homenageado)
- Libélula da noite
- Rascunho de um blog (apesar de abandonado)

PS2.: Queria agracer também a Antônio por me considerar como uma das 7 Maravilhas da Blogoesfera.
Os meus indicados são:
- Palavras de um mundo incerto
- Clube da Insônia
- Libélula da noite
- Livre essência (mais um vez, porém merecido)
- MasAhh! (de novo também)
- Manifesto Sururu (apesar de abandonado)
- Buscando Sentidos (apaser de abandonado também)

terça-feira, 10 de julho de 2007

A internacionalização da Amazônia

Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do
Distrito Federal, CRISTOVÃO BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da
internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta
de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr. Cristóvão Buarque:


"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a
Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais
que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro

O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazônia para o nosso futuro.

Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser
queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões
arbitrárias dos especuladores globais.

Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países
inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo.

O Louvre não deve pertencer apenas à França.

Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio
humano.

Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural
amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um
país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro
de um grande mestre.

Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.


Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do
Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por
constrangimentos na fronteira dos EUA.

Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser
internacionalizada.
Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade.

Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife,
cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer
ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA.

Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis
queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido
a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e de ir a escola.

Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.


Ainda mais do que merece a Amazônia.

Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um
patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam
estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.


Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazônia seja nossa.

Só nossa!".



-Abraços
Kari Mendonça

PS.: Quero me desculpar, primeiro pela falta de textos meus, mas desde que fiquei de férias, o meu computador tem passado mais tempo no "médico" do que em casa, por isso, nas raras vezes que o encontro em casa, não consigo escrever nada que valha a pena.
Em segundo, desculpem a falta de comentários meus, pelos mesmos motivos, prometo que voltarei ao normal, pois sinto falta de ler os meus blogs favaritos.