quinta-feira, 27 de setembro de 2007

A casa do lago

Antes de continuar...
Já assistiu ao filme “A casa do lago”?
Não? Então acho melhor só voltar no próximo post...

*Uma conversa entre Kate e a Dr. Klyczynski:
(...)
- Pra quem você escreve? Não pude evitar...
...Toda vez que você tem uma folga lá no hospital, está escrevendo para alguém.
- Existe alguém. É um relacionamento à distância.
- Onde se conheceram?
- Não nos conhecemos.
- Como?
- Não. Está é minha sina.
- Está brincando.
- Mantenho tudo a distância. E todo mundo.
O homem que estava na minha frente e queria casar comigo, eu afastei. Fugi dele.
Enquanto isso, o único homem com quem nunca vou me encontrar, para ele, eu entregaria todo meu coração.
- Ele deve escrever cartas incríveis.
- É bom. É seguro.
(...)

*Uma conversa entre Alex e seu irmão Henry

- O que você acha?
- Está obcecado, sabia? Por que você fica aperfeiçoando a casa do lago? Por que não faz seu próprio trabalho?
- Porque é dela.
- Está falando da mulher do futuro?
- Kate!
- Ainda está escrevendo para Kate?
- Não.
- Por quê?
- Porque ela me pediu.
- Por quê?
- Tempo.
- Vamos. Isso é bom. Precisa de uma mulher de verdade. Uma mulher...
- Henry, escute. Escute bem.
Enquanto durou, ela foi mais real do que qualquer outra coisa.
Eu a vi.
Eu a beijei.
Eu a amei.
E agora, ela partiu.

(...)

Pra quem já vem aqui há algum tempo, sabe que eu sou louca por filmes.
Passei muito tempo desejando que a minha vida fosse com em um filme, mas cheguei à conclusão que os filmes são sempre filmes e a vida é outra história.

“A casa do lago” é um dos meus filmes favoritos. E fico pensando...
Será que existe um amor assim? É possível amar alguém que nunca se viu?
É possível apaixonar-se por alguém, apenas pelas suas palavras?
Pode-se desejar alguém tanto, sem nem tê-la olhado nos olhos?
Pode-se sonhar com um primeiro encontro, mesmo que pareça impossível?

Mesmo sabendo que os filmes e a vida são duas coisas muito diferentes, tenho que confessar que eu acredito que isso tudo seja possível.
Acredito no amor acima de tudo, independente da distância ou de qualquer dificuldade aparente. Quando falamos de amor, não se deve tentar explicar coisa alguma.
O amor é inexplicável! E quer saber? É tão bom!!!

-Beijos
Kari Mendonça

PS.: O silêncio nunca foi muito meu amigo. Não é a toa que estou na área de comunicação. Nasci para falar, para botar pra fora, seja o que for.
Não consegui me calar por muito tempo, mas eu juro que tentei.
E mais, o meu silêncio não tinha nada a ver com o blog, e sim com a minha vida, a vida “real”, se é que você me entende. Mas, graças a Deus, as coisas parecem ter se resolvido, e já posso voltar a falar, no entanto, pensarei mais vezes antes de abrir a boca. É uma boa dica! Vou tentar deixar essa tal de impulsividade um pouco longe. Agora eu vou indo que isso é apenas um “pós-escrito” e não um post inteiro. Até! Até logo, claro!

PS.2.: Muito obrigada Menininha, pela indicação. No próximo post falarei mais sobre isso. E viva as pernambucanas!!!!!

6 comentários:

Antônio disse...

Fiquei com vontade de assistir esse filme...
Sinceramente? Acredito nesse amor, sim. Não que seja a mesma coisa que pegar na mão, olhar nos olhos, essas coisas, mas, toda forma de amor é válida, não é?

E, minha amiga, às vezes silenciar não quer dizer calar-se por completo. Existem, sim, momentos em que devemos escutar mais e nada dizer, entretanto há outros momentos em que as pessoas esperam muito por uma palavra tua. Isso chama-se discernimento, e acredito que ele esteja te acompanhando, pelo que notei das tua reflexão. =]

Beijão, cuide-se!

Priscilla Pontes disse...

perfeitoooooooooooooooooooooo
me apaixonei por esse filme...total!
fiquei c vontade de ver de novo Oo

e o amor, ´ha o amor, heim dona kari?
^^

e vamos marcar praia sim! agora p ir MESMO,praia de verdade!
e n esse negócio de ir sem ir p praia ¬¬



Bjos.

Palavras de um mundo incerto disse...

Bah,já assisti sim.
Me perdi em algumas partes, pois tinha vários e vários muros que os atrapalhava.

Mas entendi o filme.

Assistam!


Bjos e t cuida, GURIA!

***Risos***

Marcos Ster

Candy disse...

Ai, tanta coisa para escrever que nem sei por onde começar. /// Pois é.. sou da sua terrinha e adoro passar as férias aí, apesar da violência que assusta. /// A casa do lado tem aqui no meu computador e eu ainda não assisti, acredita? mas vou criar vergonha e assistir depois da sua propaganda hehe /// Amor é amor em qualquer canto. Perto ou longe. E não é só amor de "namoro" que eu falo não. Falo de amor de amigo, de família... enfim, esse tipo de amor que deixa a pessoa mais humana. O *menino que eu disse que ia mostrar meu blog (que é anonimo), eu gosto muito³³³³³ e ele mora lá longe. O conheci numa viagem no começo do ano e de lá para cá a gente se fala sempre, mas tudo no terreno do virtual e é uma pessoa que me conhece e eu gosto muito mais do que muita gente ao meu redor. Amor é amor e ponto. (ui como estou romântica hoje kkkkkkk). //// Ah, e sobre vc ter conhecido seu namorado através do blog... que coisa! ele sim te conhece mesmo!!!!! :o (comentário gigante...hehe)

bjoooos

Alexandre Hallais disse...

Olá Kari!

Entã, eu assiti esse filme. Muito bom!
Aliás, eu adoro cinema. Tenho 486 DVD's. Tenho paixão pelas artes...
Deixe eu te contar mais uma... fiz 4 anos de teatro.
Tenho 942 Cd's e por aí vai...
Não vou falar de livros, porque serei chato...

Assista: A corrente do bem, Pergunte ao pó, A sociedade dos poetas mortos...

Beijos

menina lunar disse...

No dia em que ia ver esse filme no cinema, meu pai ligou ciumento-neurótico falando pra voltar pra casa... =/
Masss vou alugar, e pelo jeito vou adorar.. :)
Quanto à situação, nunca passei por isso, amar alguém dessa forma, apesar de já terem se apaixonado por mim e pelas minhas palavras; entretanto nenhuma hipótese pode ser descartada quando se trata de amor: aquilo que nos faz perder o fôlego, o chão, a sanidade... E cá entre nós, é bem provável disso acontecer, já que ando muito sensível e cheia de amigos-virtuais-bons-escritores, rsrsrsrs!!
Bjo bjo Kari, viva nós.