quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Era só um almoço... (Final)

A quem interessar, a primeira parte está logo abaixo....
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Ele abriu a porta e disse, “seja bem vinda”. Entrei e achei tudo muito bonito. Não era tão arrumado, mas desconsiderei por ser apartamento de homem, afinal, eles nunca serão como nós. Sentei no sofá e logo ele me ofereceu uma taça de vinho. Vinho branco. Será que ele sabia que eu não gostava de tinto? Que vinho maravilhoso. Não demorou muito, e ele disse que o almoço estava quase pronto. E então perguntei o que ele havia feito. E ele respondeu:

- Pra falar a verdade, eu liguei para o restaurante e, já que não pude fazer reserva, pedi para chegarem ao meio dia. Espero que não fiques chateada.- Não! Por que ficaria?- Por eu não ter feito almoço...
Sorrimos juntos. E continuamos conversando até a campainha tocar. E não é que chegaram ao meio dia? Foi aí que tive certeza que a história da reserva tinha sido conversa furada. Mas gostei. Estava confortável e muito agradável ali. Depois da segunda taça, eu já não estava tão nervosa. Senti-me bem, como não sentia há muito tempo, ainda mais, perto de um homem.

O almoço estava gostoso. Foi macarrão ao molho quatro queijos com filé ao molho madeira. O restaurante era o meu preferido e sorri ao descobrir isso. Não comi muito, estava mais nervosa do que com fome. Notei que ele também não comeu. Continuamos conversando. Ficamos algum tempo sentados á mesa, mas logo voltamos para o sofá. A conversa parecia nunca ter fim. Percebi que fiquei um pouco excitada.

Como aquele homem era charmoso e encantador! Em meio a uma taça e outra, ele me olhava diferente. Em algum momento da conversa, chegou mais perto. Com uma mão (e que mãos aquele homem tinha!!) puxou minha cintura para perto, com a outra, segurou minha nuca. Perguntou se estava tudo bem. E, antes de responder, me aproximei para beijá-lo. E o beijo foi imensamente encantador.

Minha nossa! Além de tudo ele ainda sabia beijar! Que homem era aquele na minha frente? Senti que a mão que estava na cintura começou a percorrer as minhas costas. E entre os laços, ele roçava seus dedos para tocar a minha pele. E o apartamento, tão agradável até pouco, começou a ficar quente. E que calor era aquele!? E enquanto tentava percorrer minhas costas, meu desejo foi aumentando.

Eu queria me entregar a ele, como nunca. Queria ser possuída. Apertei um pouco sua nuca, na intenção de mostrá-lo que não queria que ele saísse dali e nem parasse o que estava fazendo. Quando fiz isso, a mão começou a descer e, ao sair das minhas costas, foi para nas minhas coxas. E foi ali que soube por que havia escolhido um vestido. E enquanto ele me deixa mais excitada, mas minhas mãos resolveram também percorrer suas coxas.

Mas, antes que pudesse achar as coxas (afinal, aqueles beijos eram quase delirantes), acabei tocando em algo. É... Na verdade eu não sei bem como dizer onde toquei exatamente, apesar de você já poder imaginar. Quer dizer... Quando toquei, por um segundo quis tirar as mãos e sair dali, mas não consegui, nem as minhas mãos... Senti-me bem e extremamente excitada em saber que estava deixando-o também excitado.

Ele pareceu gostar do que as minhas mãos faziam, pois suas mãos acabaram também saindo das minhas coxas e foram parar exatamente no meio delas. E entre beijos e carícias, ele acabou se levantando. Tomei um susto. “Será que não estava gostando?” pensei. Mas ele me segurou pelas mãos e me levou até seu quarto. Um quarto tipicamente de homem, sem muitos detalhes e não tão arrumado, mas também não estava bagunçado.

Quando chegamos perto da cama, ele me puxou para perto do seu corpo e continuou a me beijar. Dessa vez não apenas na boca, mas também a minha nuca, meus ombros, e foi descendo... Queria beijar os meus peitos, mas o formato do vestido o impedia. Então, fez o que estava com vontade de fazer a muito tempo. Puxou o laço que ficava ao final das minhas costas e foi desfazendo o enlaçado, até poder puxar o vestido por cima. Levantei os braços para ajudá-lo e logo ele jogou o vestido no chão...

E enquanto beijava meu corpo, o calor que eu sentia só aumentava. O desejo e o “tesão” também. Eu queria ser possuída por aquele homem. Puxei-o até que seus olhos se encontrassem com os meus e desabotoei sua camisa com toda pressa. Quando a joguei longe, fui com as mãos para a calça e percebi que o... O.... É.... Bom, que ele estava pra lá de "excitadíssimo".

Tirei a calça e a cueca numa puxada só (com cuidado, claro!). Ele foi andando para frente e assim, me levando com seu corpo. Acabei caindo na cama, e ele veio para cima de mim. Minha nossa! O que era aquilo? A sua... Como era mesmo? Havia lido certa vez num livro, como ela chamou aquilo? Ah! A sua “Pulsante Virilidade” estava a todo vapor e ela já não estava mais nervosa. Era aquilo que queria. Queria ser devorada por aquela “Pulsante Virilidade”.

Ele estava prestes a começar quando, foi um pouco para o lado, mexeu na cabeceira da cama e pegou a camisinha. Numa rapidez nunca vista tirou-a da embalagem e a “vestiu”. Enquanto isso, eu o admirava. Aquele homem era realmente maravilhoso. E, antes de me penetrar o corpo, ele me beijou de uma forma tão carinhosa... Foi algo tão especial... E então, ele veio, com todo carinho e...

E... Bom! Desculpe se não vou contar os detalhes das minhas transas (percebeu o plural???), mas acho que isso já é um pouco particular demais. Mas, só uma coisa, o Sérgio foi ainda mais maravilhoso do que eu pude imaginar... Saí de lá apenas na manhã seguinte. E continuamos saindo. Quem sabe, não dê em algo mais.... Qualquer coisa, eu aviso, pode deixar!
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Kari Mendonça
Inspirado nos livros da Marian Keyes.

20 comentários:

Camila disse...

Bom dia queridaaaaa!
Que que isso! Logo cedo fiquei sem folego! Adorei.
Husahsuhaushau
AMiga, você é otima.
Beijos

M.E.D.T disse...

Oi Kari, qto tempo
Li o texto agora, menina que caliente hein.rssss
bjs otima semana

Érica disse...

ARRASOU!
Tô aqui passando mal, comecei a me imaginar no lugar da doida. Se garantiu demais. Adorei!
Vou esperar um Sérgio na minha vida, mas sem esse nome (tenho meio um trauma de um Sérgio sabe)
Pode ser um matheus, um francisco, um pedro...hehehehehe!!
Beijo amiga querida!

No meu mundo. disse...

Noossa, fiquei sem fôlego.
A gente vai imaginando e fica sem ar.
Muiiitooo bom.]
Bjos amiga.

*Lusinha* disse...

Esses momentos inicias, as descobertas, é tudo tão gostoso, não é mesmo?
E pelo visto foi bom, afinal, vocês continuam saindo. Aproveite!
Bjitos!

*Lusinha* disse...

Ops, que escorregão. Sorry! :)
Mas seria muito bom se tivesse acontecido, não? :)
Bjitos!

Kari disse...

Lusinha, na verdade, essa história foi uma daqueles que é apenas imaginação....
Sabe como é, a leitura faz a mente da gente voar e acabamos com uma mente pra lá de criativa...
E, como tem lá em baixo... Essa história foi inspirada nos livros da Marian Keyes, que, acaso, eu indico!

Beijos e obrigada!

instantes e momentos disse...

maneirissimo gostei, vou virar assíduo aqui, com certeza.
Apareça.
Maurizio

Palavras de um mundo incerto disse...

Bah, que guria que escreve bem, que fez com que eu visualize todos os momentos. Adorei!

Beijos minha querida!!!

Com carinho!!!


Marcos Seiter

Flávia disse...

Oaoooooooooooooooo!!!

Li a primeira parte e me lembrei de Closer... li a segunda e me lembrei do homem maravilhoso que anda povoando os meus desejos, e do quanto conto os dias para estar na companhia dele...

conto lindo, quente, provocante e muito, muito bem escrito!!!

Beijos!

Jéssica disse...

Não gostei da quebra de clima do final (não é crítica, só que fiquei totalmente envolvida com o resto do texto), mas é realmente particular. Enfim, adorei, adorei, adorei! :D

;**

Érica disse...

Meu amor, você que deu a luz no fim do túnel pra mim. Eu estava sem ter o que dizer e quando li essa história massa que você fez, pensei, tá ai...vou escrever um continho erótico. uhauhauhauhahua
Eu adorei sua história pow. Sério mesmo. Minha miga escritora Kari Mendonça. Para os intimos danoniho, ou ursinha Karinhoso. uahuuahhuahuauha
Infamidade.

Thiago disse...

hahaaha eu não imaginaria que aquele simples almoço terminaria tão 'quente'. E tu contou de uma maneira que foi envolvendo Kari, muito bom.

É bacana demais encontrar alguém assim,que combine de fato, espero que dê tudo certo aí :)

Auíri Au disse...

Desculpe a ausência.
Sentir faltas de suas palavras. Hehehehe.
Quanto criatividade, adorei a história, principalmente o final feliz a lá Machado de Assis.

Beijos

Thiago disse...

e é tão gostoso quando falta palavras...

:)

Sergio disse...

"Final"?

Houve diversos momentos, desde a parte one, que me chamaram a atenção no quesito, como gostamos de nos enganar, hein, criar pequenas dúvidas - que ficaram até sexys, no contexto (do texto) tipo, "Ele pareceu gostar do que as minhas mãos faziam, pois suas mãos acabaram também saindo das minhas coxas e foram parar exatamente no meio delas. E entre beijos e carícias, ele acabou se levantando. Tomei um susto. “Será que não estava gostando?”". É tão dúvida feminina, isso!... Sei lá, mas "Será que não estava gostando" foi o ápice.

O que dizer?... ô xará!, investe, moço! Cada hesitação dessa mulher, rende bônus valiosos pra você. Se continuares mandando bem assim, alguma dúvida que esse Beto vai passar? Aliás, pensando bem, fazer um beto passar não é um tremendo ganho que se dá na vida de uma mulher? Claro que é! Dá-se ao luxo até de virar Beto mais pra frente. Aí está a graça e a infinidade de possibilidades do “eterno enquanto dure”.

Em tempo "OneRepublic"? Não conheço. Já estou baixando.

Leh disse...

Que picante hein?

Daniel Foschetti Gontijo disse...

Fico pensando o que de você pode estar ali no texto, rsrs...

ALF disse...

Que história é essa Kari. Que intensidade. Que vendaval de emoções. Uma historia quente denotando mais que sensualismo, mas excitação em cada frase, em cada linha.

O que era apenas um almoço se tornou algo tão grandioso que acabou explodindo os dois em prazer.

Bela história.
:)

Beijos Kari

Katarine disse...

O que mais poderia dizer sobre seu texto??
É ótimo, e, definitivamente excitante!! ahUahUAhuAHuHauA...
Adorei!!
bjos!