sábado, 3 de outubro de 2009

Amor

"A saudade varia com o tamanho do amor", foi essa frase que falaram no velório da minha avó. Desde então, nunca a esqueci (nem da frase e nem daquele dia). Provavelmente você deve tê-la lido por aqui. É que essa frase, realmente não me sai da cabeça em nenhum momento. Ainda mais, depois que a saudade virou... Como posso dizer??? Minha companheira de todas as horas, minha seguidora... Enfim, o fato é que eu sinto saudade. Todo dia. O tempo inteiro. E, segundo a tal frase que não me larga, eu amo muito. Afinal, se não amasse, não sentiria tamanha saudade, certo?

Certo! E eu amo mesmo. Independente do que digam, eu amo e amo muito. Mas, por algum motivo, castraram-me o direito de expor todo esse sentimento. Não que me tenham falado diretamente, mas foi um processo lento e, digamos, diário. Entretanto, eu continuo amando e demonstrando, eu apenas não falo mais. Cansei de ouvir um silêncio, cada vez que expressava o que sentia (e ainda sinto). Entretanto, me veio, junto ao silêncio, uma dor. É que dói quando o sentimento fica guardado. Afinal, e amor é coisa pra se guardar, onde quer que seja? Não! Amor é coisa pra se expor, pra se viver. Ora essa, amor é pra amar e pronto!


Kari Mendonça

9 comentários:

Ignoto Jardim disse...

Kari tudo bem?Acabei de ler seu texto anterior a este e fiquei feliz em ver que vc tomou a decisão certa. Vc deve investir agora em sua meta, adquirir experiência, praticar, para se lançar à luta. Vc mesma sabe que um curso superior nos dá teoria, ma a prática vem no dia a dia, o verdadeiro conhecimento vem no "saber fazer".
Quando eu era adolescente (faz tempo...nossa, como faz tempo), eu já namorava meu marido. Então costumávamos ir passear na casa da tia dele, na cidade de Araras, que fica a uns 30 quilômetros daqui.
Em frente à casa da tia, havia uma praça muito bonita, e atravessando a praça, chegava-se a uma pequena estação de rádio do interior.
Sempre que estávamos lá, na praça, passava um garoto que me chamava a atenção por duas coisas: ele tinha uma carinha bonita, bochechas rosadas,cabelos castanhos e brilhantes, usava bermudas até o joelho e era muito gordinho, mas bem gordinho mesmo. Ele sempre parava para dar um olá para o primo do meu namorado,que estava com a gente, então um dia eu perguntei: Quem é esse cara? E o primo respondeu: é o Faustão, ele tem um programa na rádio!
É isso mesmo, Kari, conheci Faustão antes da fama, e ele tinha um programa em uma rádio pequenininha, na cidade de Araras!
Quem gosta do que faz não escolhe o lugar, vai lá e faz bem feito.
Vc vai ser um sucesso!

Hesíodo Góes disse...

Amor é amor. Inesplicavelmente, amor!!!
bjs
mudei meu endereço e nome do blog visse?
abração

Érica disse...

Amor é pra amar... É pronto.
Beijos pra tu!

Auíri Au disse...

Querida, seu sentimento cresceu de um tanto que percebo nas palavras...Amar faz bem mesmo, e amar é para amar, sem medo sem limite!
Beijos

Auíri Au disse...

Querida, seu sentimento cresceu de um tanto que a gente percebe nas palavras...amar é para amar, assim mesmo, sem limite, sem pudor...
só amar...
beijos

Ignoto Jardim disse...

Kari, eu talvez me identifique com vc, vejo em vc a garota que eu fui um dia: cheia de ideais, querendo fazer, querendo mudar as coisas...lutadora, cheia de amor . escrevendo, escrevendo, escrevendo...
eu acho que vc vai vencer, pq o mundo agora está mais praparado para mulheres como nós. No meu tempo não havia espaço para as mulheres, nosso destino era ser professora e casar.
Um beijo.

Jaya disse...

Assim que li a frase, lembrei de já tê-la visto em algum post aqui. É encantada, ela. E dói levinho, só de ler.

Sente tuas saudades, Kari. Grita teu amor. Entrega. Deixa os outros de lado, eles não entendem. Não vão nunca entender. Só quem sabe do amor é quem o carrega consigo.

Um beijo.

Lusinha disse...

Boa frase... Frase verdadeira!
E concordo: amor é para se expor, não para ficar guardando.
Bjitos!

Simples Assim... disse...

Eu sinceramente penso que as pessoas sentem uma certa simpatia por quem sofre. Acho que o sofrimento do outro faz acionar aquele mecanismo interior de ajudar os necessitados. Uma coisa muito mais instintiva do que consciente. E é esse mesmo instinto que repele quem parece estar bem, forte, feliz, deve ser aquela coisa de lei da selva, de vencer o mais forte. Bom, essa é só uma teoria, mas que as pessoas tendem a acolher quem chora, isso é verdade. Portanto, querida, a "aceitação" das pessoas não importa, o que importa é o que vc está sentindo. Amor, saudade, vida. Bjs !!!